Julho 19, 2024

O jurista Esteves Hilário é o novo secretário do Bureau Político para a Informação e Propaganda do MPLA, eleito, sexta-feira, em substituição de Rui Falcão, em reunião daquele órgão de direcção convocada e orientada pelo presidente do partido, João Lourenço.

Na mesma reunião, realizada no Futungo II, em Luanda, para analisar a organização e funcionamento interno do partido, foi anunciada a assumpção de Reis Júnior para o cargo de presidente do Grupo Parlamentar do MPLA, em substituição de Virgílio de Fontes Pereira.

Nas primeiras declarações à imprensa, já nas vestes de secretário do Bureau Político do MPLA para a Informação e Propaganda, Esteves Hilário prometeu apostar na continuidade, para tornar o partido mais próximo dos cidadãos: “Nós temos as ferramentas gerais do partido, do Departamento de Informação, mas, também, as orientações do Camarada Presidente, que vamos executar”, garantiu.

Na actividade, o Bureau Político do Comité Central aprovou alterações na composição das comissões de trabalho permanentes da Assembleia Nacional.

O Bureau Político aprovou, também, as bases gerais e a metodologia geral para a realização do IX Congresso Ordinário da JMPLA. Aquele órgão de direcção do MPLA aprovou, igualmente, a proposta de plano de realização do seminário nacional sobre ética e integridade no serviço público, analisou a proposta de resolução para a regularização da direcção do MPLA na província do Cuanza-Norte, com a aprovação da proposta de João Diogo Gaspar para primeiro-secretário provincial, tendo aprovado, ainda, a resolução sobre a realização da conferência provincial extraordinária do MPLA naquela província.

Ao discursar no acto político de lançamento da Agenda Política do MPLA, no Distrito Urbano da Camama, em Luanda, João Lourenço apelou para a necessidade de se prestar, neste ano, uma atenção particular à organização do partido em todos os níveis, sobretudo nas bases, com vista a uma maior coesão interna.

João Lourenço lembrou o trabalho por se levar a cabo a nível interno, com realce para a selecção e preparação dos quadros militantes.

“Ao longo do ano, podemos fazer muitos comícios aos vários níveis, nas sedes capitais de províncias, nos municípios, mas, se não fizermos o trabalho de casa, de organização interna do partido, de sabermos quantos somos e com quem podemos contar na hora da verdade, isso nos pode custar caro”, alertou o presidente do partido, considerando necessária uma melhor organização, dado o facto de os membros do Executivo serem, também, militantes do partido, que cumprem as suas orientações e Programa.

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