Fevereiro 25, 2024

Migrantes angolanos representam metade dos estrangeiros que viveram em abrigos mantidos pela prefeitura da cidade brasileira de São Paulo e organizações parceiras em 2023, de acordo com os dados da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) da Prefeitura da Câmara de São Paulo, no Brasil, citada, este domingo pela Lusa.

Os dados indicam que no ano passado foram acolhidos 6.896 estrangeiros, de 97 nacionalidades, nos abrigos públicos.

“Para se ter uma noção de como vem aumentando o fluxo migratório, especialmente de angolanos para São Paulo, no ano de 2020 tivemos o registro de 2.550 angolanos que vieram para São Paulo. Em 2022, logo após a pandemia, chegamos a 5 mil. Em 2023 nós chegamos a 3.390. Ou seja, é um número que vem crescendo significativamente a cada ano”, disse à Lusa o secretário de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo, Carlos Bezerra Júnior.

Os dados mostram que os angolanos totalizaram pelo menos metade dos estrangeiros sem residência fixa a viver em São Paulo no ano passado e que acabaram por recorrer aos abrigos públicos em busca de um lugar para morar.

 

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