Abril 25, 2024

O Movimento dos Estudantes Angolanos apela aos estudantes para que fiquem em casa em solidariedade com a greve aprovada, por unanimidade, pelas três centrais sindicais angolanas.

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O Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA) manifestou esta terça-feira, em comunicado, o seu apoio e solidariedade à greve geral convocada para quarta-feira pelas três centrais sindicais, que terá a duração de três dias, reivindicando aumentos salariais e redução dos impostos.


“Angola atravessa um momento ímpar. O país encontra-se mergulhado numa crise económica, financeira e social sem precedente, onde a esmagadora maioria da população vive numa indigência, com os contentores de lixo que se tornaram nos maiores refeitório de algumas famílias”, destaca o MEA.


Face a esta “realidade concreta”, o MEA conclui que se está perante “um Estado falhado”, resultado do “elevado custo” da cesta de produtos básicos, “inflação completamente descontrolada” e com a moeda nacional, o kwanza, “desvalorizado”.

No comunicado, o MEA reconhece que a paralisação “prejudica de certa forma os estudantes de todos os subsistemas de ensino”, mas, salienta, “chegou a hora de defender a pátria de uma minoria que vai subjugando a esmagadora maioria da população”.

LUSA

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