
Aviões que operam no Aeroporto Internacional Agostinho Neto (AIAN), como voos domésticos da TAAG, são obrigados a fazer a revisão técnica obrigatória “pós-voo” no “Aeroporto 4 de Fevereiro” por falta de condições técnicas no “Km 30”.
Redacção
Numa frequência entre um a dois voos, as aeronaves pousam no AIAN, no Quilómetro 30, e depois, já sem passageiros, levantam voo em direcção ao “4 de Fevereiro” para a manutenção de equipamentos técnicos no AIAN.
A revelação é de Hélder Preza, consultor técnico independente do sector, que já foi PCA da TAAG no primeiro mandato de João Lourenço, e gestor da ENANA, do INAVIC e secretário de Estado dos Transportes.
A mega estrutura do AIAN, que deve operar a 100% a partir do primeiro dia de Junho, previsões que Hélder Preza “desconfia”, está ainda sem oficinas de revisão pontual de aviões.
Hélder Preza mostrou-se estupefacto com a “ida e vinda” de aviões do “30” ao Cassequele para manutenção, a faltar menos de dois meses para a “descontinuação” do “4 de Fevereiro”.