18 de Fevereiro, 2026

O Grupo OMATAPALO e a Cáritas de Angola formalizaram uma parceria estratégica destinada a reforçar o combate à insegurança alimentar, à desnutrição e à vulnerabilidade social em comunidades periféricas de Luanda, no âmbito da iniciativa “Missão Fazer Sorrir”.

O projecto integra os programas “Sorrisos que Alimentam” e “Sorrisos que Cuidam” e prevê a produção e distribuição diária de mil refeições nutritivas, confeccionadas em 10 cozinhas comunitárias. A meta é atingir cerca de 30 mil refeições por mês, beneficiando sobretudo crianças, idosos e pessoas com limitações motoras.

De acordo com o documento enviado esta quarta feira, 18 de Fevereiro ao Estado News, para além do fornecimento alimentar, a iniciativa incorpora um componente de saúde preventiva e acompanhamento nutricional infantil. O programa inclui avaliação nutricional, seguimento clínico e encaminhamento de casos considerados graves para unidades hospitalares.

Segundo a responsável dos programas de Responsabilidade Social do Grupo OMATAPALO, Yara Custódio, a “Missão Fazer Sorrir” reflecte o compromisso da empresa com um modelo de desenvolvimento centrado nas pessoas. “Não se trata apenas de alimentar, mas de cuidar, prevenir e criar condições para um futuro mais digno e saudável para as comunidades”, afirmou.

A parceria conjuga a capacidade logística e institucional do Grupo OMATAPALO com a experiência comunitária da Cáritas de Angola, procurando garantir proximidade, credibilidade e impacto sustentável junto das populações mais vulneráveis.

A directora nacional da Cáritas de Angola, irmã Rosa Lydia, destacou que a iniciativa reforça o trabalho de proximidade da instituição. “Ao unir alimentação, saúde preventiva e educação nutricional, estamos a cuidar da vida com dignidade e responsabilidade”, sublinhou.

As entidades promotoras indicam que o projecto está alinhado com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com destaque para a Erradicação da Pobreza, Erradicação da Fome, Saúde de Qualidade e Educação de Qualidade.

Com esta iniciativa, as organizações pretendem consolidar um modelo de intervenção social estruturado, mensurável e sustentável, visando a melhoria efectiva das condições de vida das populações mais vulneráveis em Angola.

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