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Registados mais de 11 milhões de casos de Malária em 2025

Angola registou, em 2025, 11.236.521 casos de Malária, e 11.260 mortes, informou, este Sábado, o Ministério da Saúde.

Os dados foram apresentados durante o a Semana Africana de Vacinação e do Dia Mundial da Malária, soube o JA Online.

 

De acordo com o MINSA, a malária continua a representar um dos principais desafios de saúde pública no país, sendo responsável por elevados índices de morbilidade e mortalidade.

A nível global, a doença mantém-se como uma das principais ameaças à saúde pública, com mais de 260 milhões de casos e cerca de 627 mil mortes, sendo o continente africano o mais afectado.

 

Angola integra o grupo dos seis países com maior carga da doença, representando mais de 3% dos casos mundiais.

 

No âmbito da resposta nacional, as autoridades de saúde destacaram a disponibilidade de ferramentas eficazes de prevenção, diagnóstico e tratamento, incluindo testes rápidos, terapêuticas adequadas, mosquiteiros tratados com insecticida e acções de controlo vectorial.

Relativamente à vacinação, foi assinalado o arranque da Semana Africana de Vacinação, sob o lema “Para cada geração, as vacinas funcionam”.

 

A campanha vai decorrer em três fases, a primeira, de 24 a 30 de Abril, sendo a segunda de 25 a 31 de Maio, e a terceira vai acontecer de 22 a 28 de Junho.

O acto pretende reforçar a vacinação de rotina, recuperar crianças não vacinadas (zero dose) e completar esquemas em atraso.

 

Actualmente, o país dispõe de 14 vacinas que protegem contra 16 doenças, assegurando a imunização de milhares de crianças em todo o território nacional todos os anos.

 

O evento foi testemunhado pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, o secretário de Estado para a Saúde Pública, Carlos de Sousa, o director do Gabinete Provincial da Saúde de Luanda, Manuel Varela, a Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas em Angola, Amanda Khozi Mukwashi, e a administradora Municipal do Cazenga, Nádia Neto.

As entidades presentes apelaram o envolvimento activo das famílias e comunidades, sublinhando a importância da adesão às campanhas de vacinação e das medidas de prevenção da malária, como forma de proteger vidas e garantir um futuro mais saudável.

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