Abril 25, 2024

Angola reiterou, quarta-feira, na sede da ONU, em Nova Iorque, o seu apelo ao fim do embargo económico, comercial e financeiro, bem como das medidas unilaterais e coercivas impostas pelos EUA contra Cuba.

De acordo com o representante Permanente de Angola junto das Nações Unidas, Francisco da Cruz, essas medidas ameaçam e violam os direitos humanos fundamentais, incluindo o direito à autodeterminação, impedem o alcance de um nível de vida adequado, tendo em conta as actuais crises económicas e alimentares globais que exigem uma abordagem multilateral e solidariedade internacional.

O diplomata, que falava na reunião plenária da Assembleia Geral sobre a “Necessidade de Acabar com o Embargo Económico, Comercial e Financeiro Imposto pelos Estados Unidos da América Contra Cuba”, considerou o referido embargo como uma das questões diplomáticas mais candentes nos dias de hoje, devido a sua prevalência há décadas, contrariando aos princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas, ao direito internacional e aos direitos humanos”. 

Na sua intervenção, observou, também, que o facto é evidenciado pelos sucessivos debates em vários fóruns internacionais, incluindo nas Nações Unidas, onde repetidamente os Estados-Membros votaram esmagadoramente a favor do seu fim imediato e incondicional.

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