Julho 21, 2024

Em 2018 a Operação Transparência recuperou um milhão de dólares e vários meios para combater e desencorajar a imigração ilegal e o garimpo de diamantes permitiu a apreensão de 1.039. 856 dólares e 23.217,516 kwanzas nas oito províncias abrangidas.

A redacção

Segundo dados avançados por fontes próximas, o dossiê que levou às autoridades angolanas avançarem com a operação CANCÊR III, prende-se com denúncias públicas sobre a imigração ilegal e como a segurança alimentar nacional, está monopolizada por cidadãos estrangeiros.
Depois da operação transparência, que visou eliminar alguns pontos de garimpo e repatriamento de cidadãos ilegais, autoridades poderão avançar com a medida.
Foi a 25 de Setembro de 2018 que o governo angolano deu início ao combate compulsivo do tráfico de diamantes e imigração ilegal com o lançamento da “Operação Transparência”. E a mesma tinha sido estendida à costa marítima. O objectivo é combater a pesca ilegal e também o tráfico de pessoas, diz António Bernardo, comissário da Polícia Nacional e porta-voz da “Operação Transparência”.
No mesmo ano a Operação Transparência recuperou um milhão de dólares e vários meios para combater e desencorajar a imigração ilegal e o garimpo de diamantes permitiu a apreensão de 1.039. 856 dólares e 23.217,516 kwanzas nas oito províncias abrangidas.
Tinham sido definidas quatro zonas de actuação ao largo da costa. A área A compreendeu as de Cabinda e Soyo; a B as de Zeto, Luanda e Cabo Ledo. Na zona C no Porto Amboim, no Lobito, Baía Farta e na Lucira. Na zona D estendeu-se por Moçâmedes, Tômbwa até à Baía dos Tigres.
*Em desenvolvimento

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