O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado, 3 de Dezembro, que o chefe de Estado venezuelano, Nicolás Maduro, foi “capturado” e que já não se encontra na Venezuela, após um ataque militar em larga escala que, segundo Washington, foi executado com êxito pelas forças norte-americanas.
De acordo com declarações feitas por Trump, a operação teve como alvo infraestruturas consideradas estratégicas pelo governo dos EUA. Durante a madrugada, várias explosões foram registadas em Caracas, capital venezuelana, provocando alarme entre a população e reforçando rumores sobre uma possível mudança no controlo do poder político no país.

Órgãos de comunicação dos Estados Unidos avançam que os ataques atingiram pontos sensíveis ligados à defesa e à governação venezuelana. No entanto, até ao momento, as autoridades da Venezuela não confirmaram oficialmente a alegada captura de Nicolás Maduro nem a sua saída do território nacional.
A ofensiva militar gerou reações imediatas na região e no cenário internacional. Cuba condenou duramente os ataques, classificando-os como uma violação da soberania venezuelana, enquanto a Colômbia manifestou preocupação com o risco de escalada do conflito e instabilidade na América Latina.
Por cá, especialistas em relações internacionais alertam que a situação pode agravar a tensão regional e desencadear consequências políticas e humanitárias imprevisíveis, caso não haja uma resposta diplomática concertada.
Enquanto isso, a comunidade internacional aguarda esclarecimentos oficiais do governo venezuelano e de organismos multilaterais, num contexto marcado por incerteza e fortes repercussões geopolíticas.

