A União Europeia (UE) e a China consideraram, esta quinta-feira, que o restabelecimento da liberdade de navegação segura e sem restrições no estreito de Ormuz, em conformidade com o Direito do Mar, é urgente e prioritário.
Para a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, citada pela Lusa, o fim dos ataques contra civis e infra-estruturas deve ser assegurado o quanto antes.
Por esse motivo, aquela organização continental predispõe-se a dar o apoio necessário e a fazer os possíveis esforços diplomáticos para alcançar a reabertura do estreito de Ormuz, onde a paralisação é quase total.
Já o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, que esteve ao telefone com a Alta Representante da União Europeia corrobora com a posição, uma vez que cerca de 20% do petróleo mundial passa por aquele ponto estratégico.
Como consequência, o tráfego de petroleiros caiu drasticamente e aumentou a instabilidade relacionada com a oferta, pressionando os preços, com o petróleo a ultrapassar os 100 dólares por barril, avança a mesma fonte.


