Abril 25, 2024

Surra deixou o pai do músico hospitalizado.

A agressão teria ocorrido no dia 29 de Outubro, mas as famílias optaram por manter o assunto em sigilo. A situação piorou quando Dji Tafinha passou a proferir ameaças de mais agressões, acusando o pai de feitiçaria.

O músico teria oferecido uma casa no condomínio Palácio do Kino ao pai. No entanto, devido a dívidas relacionadas a um projeto de marcas de tênis, Dji Tafinha teria exigido a devolução da casa, o que levou à escalada da violência. No dia determinado para a expulsão do pai, Dji Tafinha o agrediu na presença de guardas, causando fraturas na mandíbula. Paralelamente, foi aberto um processo criminal contra o músico.

Como resultado dos ferimentos, o pai, João Manuel Carvalho, de 60 anos, foi internado na clínica Meditex em Luanda. Um laudo médico do dia 31 de Outubro alude que o paciente “foi agredido por outro individuo, causando forte pancada na face no domínio mandibular esquerdo, momento em que sentiu muita tontura, sangramento pela boca, dificuldade para abri-la, acompanhado de dor e inflamação da referida região”.

Segundo fonte hospitalar, o pai de Dji Tafinha voltou a ser internado no dia 8 de novembro e submetido a uma cirurgia no dia 9 de novembro para fratura composta do ângulo mandibular esquerdo, vertical e horizontalmente desfavorável. A cirurgia foi realizada sob anestesia geral e a recuperação está a evoluir satisfatoriamente.

A Polícia Nacional que investiga o caso (processo 142) convocou Dji Tafinha, que se apresentou, mas até o momento não foi preso. Há suspeitas de que o músico tenha subvertido o trabalho da polícia de investigação, que decidiu não mais lhe chatear.

Apesar de ter sido chamado pela polícia, Dji Tafinha teria estado a enviar mensagens prometendo agredir novamente o pai. Esta semana, vários familiares tiveram de ficar ao lado de João Manuel Carvalho para evitar que o filho voltasse a agredi-lo.

 Club K

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