Julho 20, 2024

Um total de 4046 populares que habitam nas margens do rio Kwanza, em  Massangano, município de Cambambe, província do Cuanza Norte, começaram a abandonar as suas residências para evitar riscos de inundações que podem decorrer das descargas das albufeiras das barragens de Laúca e Cambambe.

Segundo escreve a imprensa local, trata-se das localidades de Carinda, Ngolo, Cambondo, Cassequel, Kixingango, Lola, Maculumbi, Mulende e Musseque Cariapuco.

A informação foi prestada esta sexta-feira, no Dondo, pelo administrador municipal de Cambambe e coordenador da comissão local de protecção civil, Adão António Malungo.

Segundo o responsável, a administração está desprovida de meios para acudir aquela população, que aguardava apreensivamente pelo momento da abertura das comportas das barragens de Laúca e Cambambe.

No total, 674 residências e igual número de famílias dessas localidades poderão ser afectadas pelas  inundações.

Um total de 4046 populares que habitam nas margens do rio Kwanza, em  Massangano, município de Cambambe, província do Cuanza Norte, começaram a abandonar as suas residências para evitar riscos de inundações que podem decorrer das descargas das albufeiras das barragens de Laúca e Cambambe.

Segundo escreve a imprensa local, trata-se das localidades de Carinda, Ngolo, Cambondo, Cassequel, Kixingango, Lola, Maculumbi, Mulende e Musseque Cariapuco.

A informação foi prestada esta sexta-feira, no Dondo, pelo administrador municipal de Cambambe e coordenador da comissão local de protecção civil, Adão António Malungo.

Segundo o responsável, a administração está desprovida de meios para acudir aquela população, que aguardava apreensivamente pelo momento da abertura das comportas das barragens de Laúca e Cambambe.

No total, 674 residências e igual número de famílias dessas localidades poderão ser afectadas pelas  inundações.

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Desconhece-se, até agora, o número de populares que já deixaram as localidades com riscos de inundações.

A abertura das comportas das duas barragens estava prevista para quinta-feira antes de ser reagendada para sexta-feira.

Estas descargas acontecem todos os anos, entre Outubro e Abril, com vista à regularização do volume de água nas barragens, mantendo a quantidade suficiente para o seu normal funcionamento.

Em 2023, mais de oito mil populares viram as suas residências e campos de cultivos inundados, por causa das cheias do rio Kwanza, provocadas pelas descargas das albufeiras das referidas barragens.

CK

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