Abril 21, 2024

O genocídio no Rwanda foi tema de uma das audiências do Papa Francisco na manhã de sábado (27), no Vaticano.

O Papa acolheu os membros da Associação “Nolite timere”, que nasceu em prol das crianças de “Cité des Jeunes Nazareth” em Mbare, Rwanda, por iniciativa do então Núncio no país, Dom Salvatore Pennacchio. São João Paulo II foi o encorajador desta iniciativa a favor dos inúmeros órfãos provocados pelo genocídio em Rwanda em 1994.

A Associação tem por tema “Doamos a esperança para recomeçar” e funciona através da adopção à distância, de modo que as crianças possam receber formação escolar e religiosa.

“Num mundo em que se parecem multiplicar sempre mais muros e divisões entre as pessoas e os povos, esta história demonstra que a caridade não tem barreiras”, disse o Papa, citado pelo Vatican News. A guerra e as armas, acrescentou, tiram o sorriso e o futuro das crianças “e isso é trágico”.

O Santo Padre agradeceu a contribuição de benfeitores e de quem oferece a sua contribuição de maneira voluntária. “Ser voluntários é muito mais que prestar um serviço ou dar uma contribuição económica: é uma escolha que nos torna abertos às necessidades do outro. O voluntário está aberto às necessidades do outro, nos torna artesãos de misericórdia: com as mãos, com os olhos, com os ouvidos atentos e com a proximidade.”

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