Julho 21, 2024

O Governo Provincial de Luanda (GPL) apresentou ontem em conferência de imprensa a hipótese da instalação de um teleférico turístico para transportação de cerca de oito mil passageiros por hora, no sentido Norte e Sul de Luanda. A responsabilidade para implementação deste meio iniciou há seis meses entre técnicos da instituição, da Casais Angola e consultores da empresa austríaca Doppelmayr. O teleférico é um transporte aéreo por cabo.

A redacção

Durante o encontro de apresentação do estudo denominado projecto Teleférico Urbano de Luanda (TUL), foi exibido um vídeo promocional. Segundo o consultor do projecto, Pedro de Carvalho, a implementação do TUL turístico, prevista para o primeiro trimestre de 2017, vai ser realizado, com um financiamento da empresa austríaca Doppelmayr. “É um consórcio de bancos que vai financiar o projecto.De acordo com o consultor da Casais Angola assegura que estão a ser planeadas duas linhas de teleféricos, sendo a primeira que sai da Estação de Comboios do Bungo, passando pelo São Paulo, Sambizanga, Complexo da Cidadela e chegada ao Largo das Escolas. A segunda linha sai do Largo das Escolas para o bairro Prenda.Igualmente anunciou, também, que o sistema tem previsto a transportação de cerca de oito mil passageiros por hora, no sentido Norte e Sul de Luanda. “Em cada uma das cabines serão transportados 20 passageiros, com 160 cabines a circular diariamente, equivalente a 150 autocarros”, esclareceu.Pedro de Carvalho garantiu que o percurso entre a nova estação de comboio do Bungo e o Prenda está estimado em mais de 15 minutos de carro, passando por São Paulo até ao Prenda.O teleférico, disse o consultor da Casais de Angola, funciona com um motor central, porque os cabos transportam apenas as cabines. A Casais Angola tem previsto a construção e instalação do Teleférico Urbano de Luanda em dois anos, sendo que a mesma deverá ter os direitos de operação durante três anos. “Se tudo correr bem e for aprovado dentro do tempo, estamos a prever arrancar no primeiro trimestre de 2027”, disse.

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